Maná

É uma banda de pop rock mexicana. Em 1978, em  Guadalajara, o vocalista Fernando "Fher" Olvera e o guitarrista Gustavo Orozco junto com os três irmãos Calleros, o baixista Juan Diego, o guitarrista Ulises e também o baterista Abraham fundaram o grupo de covers, Green Hat Spies, depois Green Hat, com um repertório em espanhol, mudaram o nome da banda para Sombrero Verde. No principio dos anos 80, a banda lança dois álbuns, Sombrero Verde, lançado em 1981 e A Tiempo de Rock, lançado em 1983. Estes álbuns tiveram pouco sucesso e em 1984, Orozco e Abraham Calleros saíram da banda. Através de um anúncio de classificados, Alex González de 15 anos se tornou o novo baterista, e logo depois a banda mudou o nome para Maná, evocando a palavra polinésia "mana", que é energia positiva. O recém-rebatizado grupo assinou com a Polygram e gravou o seu primeiro álbum, Maná, lançado em 1987. Depois insatisfeitos com a gravadora foram para a Warner Music e lançaram o seu segundo álbum, Falta Amor, em 2 de julho de 1990. Em 1992 Ulises Calleros decide deixar a guitarra e virar empresário do Maná, e ao mesmo tempo entraram no grupo o guitarrista César "Vampiro" López e o tecladista Ivan Gonzáles. O seu terceiro álbum, ¿Dónde jugarán los niños?, foi lançado em 27 de outubro de 1992.

 

A canção "Vivir sin aire" faz parte desse álbum. O álbum alcançou a posição 4 na Billboard Top Latin Albums Chart. Dois anos depois, em 1994, López e Gonzáles abandonam o grupo por diferenças artísticas. A banda tocou por um tempo como um trio, e lançaram o seu primeiro álbum ao vivo, Maná En Vivo, lançado em 1994. Com o novo guitarrista Sergio Vallín, eles lançam o seu quarto álbum, Cuando Los Ángeles Lloran, lançado em 25 de abril de 1995. A faixa título é uma homenagem ao brasileiro Chico Mendes. O álbum alcançou a segunda posição na Billboard Top Latin Albums Chart. A banda também criou a Fundação Selva Negra, que se encarrega de proteger a ecologia das Américas. Em 1997 é lançado o seu quinto álbum, Sueños Liquidos, lançado  em 14 de outubro de 1997. Com esse álbum, o Maná conquistou o seu primeiro Grammy Award, de Melhor Rock Latino / Desempenho Alternativo, e o álbum ficou na posição 67 na Billboard 200. O seu segundo álbum ao vivo, Maná MTV Unplugged, foi lançado em 22 de junho de 1999 pela WEA Music. Em 2000, o Maná colabora com Carlos Santana na canção "Corazón Espinado", do seu álbum Supernatural. Depois de três anos o Maná lança o seu sexto álbum, Revolución de Amor, lançado em 2002.

 

O álbum teve novamente a colaboração de Carlos Santana e sua guitarra na canção "Justicia, Tierra y Libertad". O álbum ficou na posição 4 na Billboard 200. O álbum ganhou um Grammy na categoria de Melhor Latin Rock / Álbum Alternativo. Em 26 de abril de 2007 ele recebeu dois Billboard Latin Music Awards. Em 2006 lançaram mundialmente o seu sétimo álbum, Amar es Combatir, com "Labios Compartidos" como primeiro single. Nos EUA a canção ficou três semanas em primeiro lugar na Billboard Hot Latin Songs. O álbum ficou na quarta posição na Billboard 200. Em 2008, o Maná lançou o álbum ao vivo Arde El Cielo, em um pacote com CD ou um DVD incluso com um show na Colômbia. O seu décimo álbum, Drama y Luz, foi lançado em 2011. O álbum estreia na posição 5 na Billboard 200. O seu décimo primeiro álbum de estúdio, Cama Incendiada, foi lançado Em 21 de abril de 2015. O álbum ficou na posição 15 na Billboard 200. Em 2016, o Maná foi introduzido na Calçada da Fama de Hollywood. Em 2018, o Maná recebeu o Billboard Latin Music Lifetime Achievement Award e se apresentou ao vivo no Mandalay Bay Events Center em Las Vegas. O Maná foi homenageado como a Pessoa do Ano da Academia Latina da Gravação em 14 de novembro de 2018. A sua nova Rayando el Sol Tour começou nos EUA em setembro de 2019. 

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